O pan-africanismo tem as suas origens no combate iniciado pelos negros americanos e antilhanos contra a dominação por parte das pessoas de raça branca. Esse movimento começou no século XIX, mas rapidamente os afroamericanos compreenderam que a mesma opressão era vivida pelos seus ancestrais no continente africano e o idealismo da igualdade foi expandido para África.
O pan-africanismo no continente americano apresentou várias facetas, [...]. Até ao final do século XIX, o pan-africanismo aparece como protesto, reclamação de inclusão e um certo saudosismo de terra que já não existia: África unida, com os seus reinos autônomos e tradicionais, com suas políticas e organização própria. [...]
As bases principais passavam pelo protesto contra a dominação política, jurídica, intelectual e moral da Europa. As principais reivindicações eram a conquista da independência, o direito ao desenvolvimento e ao não alinhamento. Isso pode ser constado nas conclusões da Conferência de Bandung de 1955.
(PANAFRICANISMO, 2014).
A luta contra o racismo adquiriu, no século XXI, um caráter mais universal, sendo esse condenado pela maioria das sociedades, apesar da sua permanência oficiosa. A prática do preconceito e da discriminação está relacionada