“O poder do artista introduz um sujeito pensante no mundo, que é autônomo em relação a seu próprio criador. Algo condensando em si mesmo um pensamento, e esse pensamento não pertence ao criador: pertence à obra.
Temos a tendência de imaginar que o pensamento da obra é o pensamento do artista. Não é. Ela é seu próprio pensamento, que não se confunde com o do artista que a produziu. Pode mesmo negar as intenções e concepções do artista e contradizê-las.”
(COLI, J. Deveríamos sempre fazer a distinção entre artista e autor. Folha de S. Paulo, 24/02/2019.)
Segundo o autor,