O poder privado que era desmesurado na Colônia, continuou a sê-lo durante o Império e a República. No caminho que o Estado percorreu em busca de sua centralização, foi obrigado a ceder, em muitos aspectos, ao poder local. Embora não se possa afirmar que todo fazendeiro ou todo grande comerciante era um coronel, também é impossível desvincular o coronelismo do mandonismo local.
(Maria de Lourdes M. Janotti. O coronelismo, 1984.)
Depreende-se do excerto que