O principal representante do Naturalismo no Amazonas é um livro que mereceu de Euclides da Cunha, que fez o prefácio, o seguinte comentário, dentre outros: “A sua impressionabilidade artística tentou abranger o conjunto da terra e surpreender-lhe a vida maravilhosa. Deve assombrar-nos. Não lhe entendemos o exagerado panteísmo. O escritor alarma-nos nas mais simples descrições naturais”. Composto de onze contos, esse livro e seu autor são, respectivamente: