O projeto de integração nacional acarretou perversidades em termos ambientais e (principalmente) sociais na Amazônia. Nessa região do País, há um grande fluxo de tráfico de homens para o trabalho forçado nas plantações, fazendas e desmatamentos (...) e de meninas para o trabalho escravo, em áreas do garimpo e de grandes construções, para fins de exploração sexual.
(Revista Geografia. Direitos Humanos: dignidade para todos?, n.o 24.)
Os fatos descritos referem-se ao trabalho escravo e, na Amazônia, pode-se afirmar que essa é uma realidade