“Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,/ Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d’ expressões grosseiro, /Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;/ Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite, /E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela, Graças à minha Estrela!”