O rompimento da barragem da Samarco, ocorrido em 2015, devastou hábitats em uma extensa área de Minas Gerais e do Espírito Santo. Pelas imagens aéreas, a lama tóxica eliminou diversas áreas de vegetação nativa, sobretudo no estado de Minas Gerais. Sabe-se que ocorrerá um processo de sucessão ecológica nas regiões atingidas, que poderá durar algumas décadas.
Nesse processo de sucessão ecológica,