O sistema colonial havia engendrado um grupo heterogêneo de regiões, com poucas ligações entre si e nas quais prevalecia, no interior da elite branca, uma identidade de dupla face: lusitana e regional.
(Miriam Dolhnikoff. “Elites regionais e a construção do Estado Nacional”. In: István Jancsó (org.). Brasil: formação do Estado e da Nação, 2003.)
O excerto alude a uma condição histórica