“O tempo em Chernobyl passa de forma diferente, mas é suficiente para nos fazer refletir e concluir que algumas invenções humanas podem dar muito errado. Ao deixar o local, todos os visitantes passam por um detector e só podem sair do local se não estiverem contaminados”, diz Carol Thomé, no texto da mostra “Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz”.
(www.noticias.uol.com.br. Adaptado.)
Tal depoimento refere-se a uma tragédia ocorrida no final do século XX, caracterizada por