O texto a seguir aborda o “movimento de nacionalização do ensino”, empreendido pelo governo brasileiro durante o Estado Novo.
Ele teve como alvo as escolas dos núcleos estrangeiros, sobre as quais já pairavam muitas desconfianças. Mas o autoritarismo do Estado Novo tornou a “nacionalização” bem mais violenta e arbitrária, particularmente quando dirigida às escolas alemãs e japonesas.
GOMES, A. C. O homem que virou palácio. Revista de História da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: ano 1, no 2, ago. 2005, p. 84.
As ações descritas pelo texto da historiadora Ângela de Castro Gomes, referentes a escolas alemães e japonesas, são justificadas pela