– Obrigado pelo guia – disse subitamente Opalka. – Mas não vou ao Brasil a passeio.
– Ah, não? – retrucou Bopp, saindo de seu ensimesmamento.
– Mas pode ficar com ele mesmo assim. Pode ser que o senhor tenha alguma folga no trabalho e queira dar uma volta.
– Tampouco vou ao Brasil a trabalho.
– Ah, não? Então – Bopp deu um sorrisinho e piscou o olho para Opalka – vai ver o sapo-cururu? Ah, não há como resistir ao sapocururu.
STIGGER, Veronica. Opisanie Świata. São Paulo: SESI-SP, 2018. p. 42.
No diálogo, a expressão “sapo-cururu” é uma metáfora para