Observe os dois trechos a seguir retirados dos poemas “Satélite” e “Os sapos”, respectivamente, ambos escritos pelo poeta Manuel Bandeira e pertencentes ao Modernismo Brasileiro.
Texto 1:
[...]
Ah, Lua deste fim de tarde,
Demissionária de atribuições românticas,
Sem show para as disponibilidades sentimentais!
Fatigado de mais-valia,
Gosto de ti assim:
Coisa em si,
- Satélite.
[...]
Texto 2:
[...]
O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - "Meu cancioneiro
É bem martelado.
Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.
[...]
A respeito dos trechos, é possível afirmar: