Os centros de compras transformaram-se em “catedrais do consumo”, verdadeiros templos cujo apelo ao novo torna tudo descartável e rapidamente obsoleto. Assim, possuímos uma sala completa de som, sem gostar de música; adquirimos quadros famosos, sem gostar de arte. A supervalorização da mercadoria produziu a desumanização do homem. As discussões a respeito da alienação preocuparam autores como