“Os dois grandes legados culturais da Revolução Francesa foram a ideia de que a mudança política era normal e de que a soberania não residia no governante nem em um grupo de notáveis, mas sim no povo. Este último era simplesmente a expressão da lógica do conceito de cidadão”.
(Wallerstein, Immanuel. O declínio do poder americano. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004. p. 94)
No que diz respeito ao processo histórico de formação do estado brasileiro, podemos dizer que o autor constrói o seu argumento levando em consideração