Os estudantes não pretendem adaptar a universidade à vida moderna, mas recusam-se à vida burguesa, medíocre, reprimida, opressiva; eles não se interessavam pela carreira; pelo contrário, desprezavam as carreiras de quadros técnicos que os esperavam; eles não procuravam se integrar o mais rapidamente possível na vida adulta, mas representavam sua contestação radical.
(Olgária C. F. Matos. Paris 1968: as barricadas do desejo, 1981.)
O texto refere-se às mobilizações estudantis do final dos anos 1960 e destaca