Os filósofos do século XIII consideravam o desejo como subversão e submersão do ser. Os órgãos genitais eram as partes mais vulneráveis do homem, e não estavam sob o controle integral de sua vontade. E a mulher era particularmente sujeita ao desejo, porque superava em muito o prazer que o homem podia alcançar.
(Jacques Le Goff & Jean-Claude Schmitt. Dicionário Temático do Ocidente Medieval. vol I. Bauru: EDUSC, 2002. p. 484. Adaptado.)
Além de fundamentar práticas de domínio e de continência, a perspectiva apresentada no texto, durante a Idade Média, contribuiu para justificar a: