“Os habitantes desta província tomaram todos parte na guerra, durante um grande número de anos e quase nunca receberam soldo e, quando lhes pagavam, levavam seus animais e suas carroças. As famílias ficavam expostas a vexames e rapinagens dos chefes e subalternos. (...) Pode-se dizer, com segurança, que os franceses não suportariam, sem revolta, a centésima parte do que aguentaram, com tanta paciência, os habitantes da Capitania do Rio Grande”.
(SAINT-HILAIRE, Auguste de. Viagem ao Rio Grande do Sul. Porto Alegre: ERUS, 1987, p.74)
A situação descrita por Saint-Hilaire prenuncia a