Os jovens rebeldes barbudos que saíam de Sierra Maestra para combater as forças de Fulgêncio Batista, o corrupto ditador de Cuba, eram apoiados por grande parte da população – camponeses sem terra, trabalhadores urbanos, empresários da classe média. O líder da insurreição, o inflamado advogado Fidel Castro, já encabeçara uma revolta fracassada em 1953. Preso, declarou: “A história me absolverá”. (...) Libertado da prisão em 1955, Castro foi ao México e tramou a derrubada de Batista. Retornou à ilha em 1956 para travar uma guerra de guerrilha, sob o slogan “Cuba para os cubanos”.
(Nosso Tempo. Jornal da Tarde, 1995.)
A respeito do movimento relatado no texto, a Revolução Cubana, pode-se afirmar que