Os pescadores de pérolas do arquipélago de Tuamotu, no Pacífico Sul, sofrem de um mal chamado taravana [...] e os sintomas vão desde distúrbios visuais até a perda da consciência. [...] Os pescadores de pérolas levam seus corpos aos limites porque mergulham a profundidades de até 40 m, e cada mergulho dura cerca de dois minutos. Fazem entre 6 e 14 mergulhos por hora, permanecendo na superfície apenas de quatro a oito minutos entre os mergulhos. [...]
ASHCROFT, Francis M. A vida no limite: a ciência da sobrevivência. Rio de Janeiro: Zahar, 2001, p. 149.
Tratando o comportamento dos gases no interior do corpo como sendo ideal e sabendo que o mal ocorre somente quando os mergulhadores retornam à superfície, a melhor descrição científica para o taravana, é: