Os rebeldes latino-americanos na década de 1950 inevitavelmente se viram não só recorrendo à retórica de seus libertadores históricos, de Bolívar ao José Marti […], mas à tradição anti-imperialista e social-revolucionária da esquerda pós-1917. Eram a favor da “reforma agrária”, o que quer que quisesse dizer isso, e, pelo menos implicitamente, contra os norte-americanos, sobretudo na América Central, tão longe de Deus, tão perto dos EUA.
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos, 1995.)
O texto faz uma síntese de lutas sociais na América Latina que