Os veículos automotivos podem apresentar um adicional, o airbag, que tem se tornado indispensável à proteção do motorista e dos passageiros. Esse dispositivo tem como princípio reações químicas que produzem gás.
A principal reação envolvida decompõe a azida de sódio (NaN3) , geradora do gás nitrogênio (N2) , que é responsável pela expansão desse dispositivo, como segue na reação não balanceada:
NaN3(s) → Na(s) + N2(g)
A azida é acoplada à bolsa plástica (airbag) que fica embutida no painel do automóvel. Antes que ocorra a colisão, no ato do freamento brusco, os sensores localizados no para-choque do automóvel transmitem um impulso elétrico (faísca) que causa a detonação da reação. Bastam apenas alguns centésimos de segundo para o airbag estar completamente inflado. A capacidade volumétrica destes dispositivos variam; alguns comportam até 70 litros de gás.
Supondo que a massa de azida a ser utilizada seja de 650g para inflar um airbag cuja capacidade é de 61,5 L, ao ser inflado a temperatura de 27°C, a pressão atingida em seu interior será de:
(Dados: N = 14 ; Na = 23; Constante universal dos gases = 0,082 atm.L.mol-1.K-1 )