Para conseguir que a balança comercial fosse favorável, o Estado devia adotar uma série de medidas protecionistas, como incentivar a produção interna de artigos que pudessem concorrer vantajosamente no exterior. O Estado devia também dificultar a entrada de produtos concorrentes, a fim de resguardar seu mercado interno e o de suas colônias. O protecionismo se fazia por meio da política alfandegária.
(Gilberto Cotrim, História Global Brasil e Geral, Saraiva, São Paulo, 2012, p. 255)
O texto permite identificar uma importante política econômica do Estado Moderno. Trata-se do