Pára, contempla, observa: não são miragens
de um mundo perdido no tempo ou no sonho,
em que a vida brincasse de fazer coisas
imensas e pequenas coisas misteriosas.
Não é uma terra fora da Terra e do presente,
visão, alegoria, fábula.
É o aqui e o agora de um Brasil que é teu e desconheces.
São árvores,
os bichos,
as águas,
os crepúsculos
do Pantanal mato-grossense. Todo um mundo natural
que pede para ser compreendido, amado, respeitado.
Olha bem, olha mais. Cada imagem é uma história
e cada história um aviso, um anúncio, uma anunciação...
(ANDRADE, 2001, p. 157).
A partir da análise do poema e dos conhecimentos sobre a Região Centro-Oeste brasileira, é correto afirmar: