Para demonstrar o comportamento de uma mola mediante o aumento da intensidade da força que a tensiona, um professor usou uma espiral de caderno, um pequeno saco plástico e moedas idênticas de peso P, medido em N. Esse professor amarrou o saco plástico em um dos extremos da mola e enganchou o outro extremo em um grande parafuso que já estava preso na moldura da lousa. Como o parafuso era bem longo, a espiral de caderno não se encostava no plano da lousa, evitando-se atritos. Antes de qualquer ação, ele marcou, com um giz na lousa, a posição do ponto de junção do saquinho com a espiral de caderno. O professor começou a experiência acrescentando gradativamente, no interior do saco plástico, uma moeda por vez, anotando, a cada moeda acrescentada, o tamanho da deformação total obtida na espiral do caderno em relação à primeira marcação feita na lousa. Esses valores possibilitaram a criação da seguinte tabela:
Sabendo que os dados da tabela foram obtidos para condições de equilíbrio, ou seja, quando a força da mola se iguala à força peso das moedas, o valor da constante k da mola, em função de P, é