Para identificar a perda auditiva, os médicos produzem audiogramas que apresentam as frequências de tons puros, em diferentes intensidades. Níveis “normais” para cada frequência testada são representados pela linha de 0 dB no topo da figura abaixo. Audiogramas típicos, para pacientes de “audição normal”, são mostrados em diferentes estágios da vida (aos 20, 40, 60 e 90 anos). Os gráficos apresentados representam indivíduos de “controle”, ou seja, sem histórico de exposição significativa a drogas ou a níveis elevados de ruído.
A escala de frequências abaixo mostra alguns sons relativos ao nosso cotidiano.
Três estudantes fizeram afirmações com relação aos dados anteriores.
Antenor afirmou que, entre dois sons graves, a perda auditiva não se altera para qualquer idade. Bela disse que a perda auditiva é mais acentuada nos sons mais agudos para idades maiores.
Carlos acha que o som emitido por um prato de bateria é ouvido com facilidade por pessoas idosas.
Do ponto de vista da Física, apenas: