Para Lutero e para Melanchton, o templo deve ser desembaraçado de toda vaidade humana. Para Calvino, o seu mais belo ornamento é a palavra de Deus. Para todos, ele deve conduzir os fiéis à santidade e, portanto, deve ser simples, harmonioso, sem mistura, a sua pureza significando ou favorecendo a pureza da alma.
(Michel Pastoureau. Bleu: histoire d’une couleur, 2000. Adaptado.)
A oposição dos reformadores religiosos do século XVI ao cerimonial do culto católico