Para tentar conter a lama que descia por um dos rios afetados pela tragédia, a defesa civil instalou barreiras em seu leito. No ponto A de uma das margens, foi colocada uma barreira que, perpendicularmente foi fixada no ponto C da margem oposta, conforme mostra a Figura 4. Em um ponto B, distante 120 m do ponto A, fixou-se uma nova barreira que, formando um ângulo de 60° com essa margem, é ligada também ao ponto C. Sob um ângulo de 30°, do ponto D ao ponto C foi colocada a última barreira. De acordo com o informado, a distância do ponto A ao ponto D é de