Parte da vida econômica do Brasil dependia das flutuações do mercado externo, já que 3/4 da renda nacional vinham através das alfândegas. As taxas sobre exportação elevavam-se a 13% ad valorem1 , indo 9% para o Tesouro nacional e o restante para as províncias.
(Sérgio Buarque de Holanda. “Do Império à República”. In: O Brasil monárquico, tomo II, vol. 5, 1985. Adaptado.)
1ad valorem: sobre o valor da mercadoria.
O texto refere-se à segunda metade do século XIX brasileiro, durante o governo imperial.
A partir de sua leitura, é correto concluir que havia