(...) pelo menos 1,1 milhão de brasileiros trabalham no período noturno em centros urbanos e estão sujeitos a problemas de memória, obesidade, falta de sono e enfraquecimento do sistema imunológico, entre outros males. (...) os trabalhadores noturnos perdem aproximadamente cinco anos de vida a cada 15 trabalhados de madrugada. E têm 40% mais chances de desenvolverem transtornos neuropsicológicos, digestivos e cardiovasculares.
(...) nosso organismo precisa descansar durante as noites, quando libera hormônios como a melatonina, o cortisol e o GH (hormônio do crescimento). (...)
Uma das substâncias que dependem muito do escuro e da noite para serem liberadas é a melatonina. O hormônio ajuda a controlar o momento certo de cada função corporal.
(Revista Galileu, outubro de 2010, p. 22)
Além do hormônio do crescimento, outros fatores afetam o desenvolvimento do corpo humano, inclusive genéticos. A acondroplasia, que é uma disfunção genética que afeta 1 a cada 25 mil pessoas, demonstra isso. Esta síndrome é determinada por uma alteração no gene que codifica o receptor para o fator de crescimento de fibroblasto (FGFR3). Essa é uma condição autossômica e dominante, de forma que indivíduos heterozigotos a manifestam. Por outro lado, embriões homozigotos para essa condição não sobrevivem.
A probabilidade de um casal, cuja mulher é acondroplásica e o homem normal, ter uma criança acondroplásica é de