Pesquisa feita por uma equipe de brasileiros e publicada na revista inglesa The Lancet mostra que o diagnóstico de microcefalia não pode considerar apenas o perímetro cefálico da criança.
(O Estado de S.Paulo, 30.06.2016.)
A referida pesquisa constatou que, nos casos de bebês com a contaminação por zika durante a gestação e com sintomas de danos neurológicos, a razão entre o número de bebês com perímetro cefálico normal e o número de bebês com microcefalia é
, nessa ordem. Desse modo, é correto afirmar que, dos bebês contaminados por zika durante a gestação,