Por toda a Europa reinava apenas uma Igreja; se um homem não era batizado na Igreja, não era membro da sociedade. Quem quer que fosse excomungado pela Igreja perdia automaticamente seus direitos civis e políticos (...). Era a Igreja que insistia em recomendar que os pobres não jejuassem tanto quanto os ricos e que proibia trabalho servil aos domingos. Era a Igreja que prestava serviço social aos pobres (...). Durante muito tempo nunca houve outra fonte de educação, além da eclesiástica.
E era enorme a autoridade que a Igreja possuía, não só sobre as almas dos homens como também sobre seus negócios.
(Anne Fremantle. A idade da fé, 1970.)
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