“Porque todos os córregos aqui são misteriosos — somem-se solo a dentro, de repente, em fendas de calcário, viajando, ora léguas, nos leitos subterrâneos, e apontando, muito adiante, num arroto ou numa cascata de rasgão....”
João Guimarães Rosa, Sagarana, 2001.
Neste trecho, o autor