Procurava satisfazer o ímpeto consumista dessas populações sem restrições materiais ou morais. Por meio dele as populações ribeirinhas tinham conexão com o mundo exterior. Acesso aos produtos industriais urbanos como objetos de trabalho e de luxo, armamentos, remédios e até bebidas alcoólicas. Esses produtos eram escassos e até inexistentes no interior da Amazônia e eram em alguns casos obstacularizados pelos seringalistas.
SILVA, J.R. 2018, Revista Presença Geográfica , vol.V, nº1
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