“Pus-me a construir um telégrafo, tirado da minha cabeça. O importante era que estivesse ligado à eletricidade. É através da eletricidade que as mensagens voam pelo espaço. Arranjei uns fios. Estavam descobertos. Mas que importância tinha isso? Liguei-o ao meu telégrafo. A seguir, enfiei-os na tomada. Foi aquele estrondo que fez minha irmã e a Tofa virem correndo. Imaginavam que algo muito grave estava acontecendo. Acabado o estouro, os fios estavam arrebentados e soldados um no outro.”
ALVES, 2014, 2015, p. 191.
A situação descrita no texto pode ser melhor explicada considerando-se que tenhamos