Quando a Grécia foi conquistada pelos romanos, no século II a.C., a prática médica ficou entregue aos gregos, para desgosto de muitos romanos. Plínio, por exemplo, criticava a racionalidade grega, lembrando que durante 600 anos Roma não tivera médicos e resolvera muito bem seus problemas de saúde utilizando-se de remédios como cera de ouvido, substâncias extraídas de crocodilos e de cadáveres humanos. Ele negava, acima de tudo, o modelo de conhecimento grego.
(Flávio de Campos e Renan Miranda. A escrita da História, 2005.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que