Quando estas índias entram em dores de parir, não buscam parteiras, não se guardam do ar, nem fazem outras cerimônias, parem pelos campos e em qualquer outra parte como uma alimária; e em acabando de parir, se vão ao rio ou fonte, onde se lavam, e as crianças que pariram; e vêm-se para casa, onde o marido se deita logo na rede, onde está muito coberto, até que seca o umbigo da criança
(Gabriel Soares de Souza. Tratado descritivo do Brasil em 1587, 1987.)
O trecho, escrito na segunda metade do século XVI por um colono português no Brasil, indica