“Quando um integralista afirma que, para melhorar a vida brasileira, é preciso acabar com os partidos, um calafrio percorre o corpo daqueles que ainda acreditam no palavrório dos liberais. (...) No entanto, um exame mesmo ligeiro da política nacional, a recordação de fatos que são do conhecimento comum, bastam para provar aos homens de boa fé que o integralismo não quer partidos porque os partidos são corpos estranhos, que servem unicamente para impedir ou deturpar a livre manifestação da vontade do povo”
(REALE, Miguel. ABC do Integralismo. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1935).
Sobre a participação do movimento integralista na política brasileira ao longo dos anos 30, é possível afirmar, EXCETO: