Quem alimentava a cultura renascentista era a prosperidade mercantil, daí ela estar comprometida com a atitude racional, projetiva, econômica, organizadora, mas também agressiva, conquistadora, sequiosa de independência, de espaço, de saber e de distinção.
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento, 1985. Adaptado.)
A associação, proposta pelo texto, pode ser exemplificada