Quem são os antivacinas
(...) Enquanto organizações internacionais arrecadam bilhões de euros por ano para levar as vacinas aonde as pessoas não têm acesso, nos lugares onde sobra dinheiro para elas há um movimento que as rejeita. Como diz J. M. Mulet em seu livro Medicina sem enganos (Destino, 2015), em alguns bairros da Califórnia a taxa de vacinação é similar à do Sudão do Sul. Os antivacinas inundam a internet com falácias e mitos que exageram os efeitos colaterais, manipulam os dados para minimizar a efetividade da imunização, espalham medo em nome “do natural” contra “o químico”, esboçam teorias conspiratórias dos laboratórios farmacêuticos e dos Governos e aproveitam os erros e as negligências que existiram na história dos tratamentos como exemplos de que estão certos. (...)
LINDE, Pablo. El País. Disponível em: <http://brasil.elpais.com/ brasil/2015/06/02/ciencia/1433262146575760.html>
Nesse contexto, pode-se afirmar que: