Recorda que tempo é dinheiro (...) Recorda que crédito é dinheiro (...) o dinheiro pode gerar dinheiro (...) O caminho da riqueza depende principalmente de duas palavras: diligência e frugalidade; isto é, não desperdices tempo nem dinheiro, mas os emprega da melhor maneira possível.
(Benjamin Franklin, 1748. Apud Leandro Karnal. Estados Unidos: a formação da nação. São Paulo: Contexto, 2001, p. 91)
Comentada nesse trecho, a onipotência do dinheiro, como elemento que passa a permear todos os valores sociais, é um tema muitas vezes central na literatura, sobretudo nos romances do século XIX. Entre românticos brasileiros, como José de Alencar, a importância do dinheiro revela-se sobretudo