Sabe-se que os primeiros registros feitos pelos seres humanos eram marcados em paredes, folhas de palmeiras, tijolos de barro, tábuas de madeira. A primeira inovação foi o papiro, que tinha como matéria-prima uma planta. Depois ele foi substituído pelo pergaminho – feito de pele de animais –, que tinha maior durabilidade e que tornava a escrita mais fácil.
No século II, a partir do córtex de plantas, tecidos velhos e fragmentos de rede de pesca, os chineses inventaram o papel.
de de pesca, os chineses inventaram o papel. Em 1448, Johann Fust, juntamente com Gutenberg, fundou a Werk der Buchei (Fábrica de Livros), onde foi publicada a Bíblia de Gutenberg, livro que tinha 42 linhas. O aumento da oferta de papel e o aprimoramento das técnicas de impressão em larga escala ajudaram a consolidar o livro como veículo de informação e entretenimento.
Em 1971, a tecnologia inovou o mundo da leitura com os e-books, livros digitais que podem ser lidos em vários aparelhos eletrônicos.
Disponível em: . Acesso em: 14 fev. 17. (Parcial e adaptado.)
Um livro pode ter um papel importante em narrativas de terror. Muitos escritores criam, dentro das próprias histórias, livros com determinadas características, como por exemplo: conter monstros aprisionados, certas palavras que, quando pronunciadas, provocam destruição, páginas de pele humana, letras escritas em sangue. Um exemplo clássico é o Necronomicon, livro de presença frequente nos contos do escritor estadunidense Howard Philip Lovecraft, usado para ressuscitar mortos e contatar seres sobrenaturais. Suponha um admirador de Lovecraft que também é professor de Matemática. Ele cria uma série de histórias sobre um livro amaldiçoado, cuja capa traz o seguinte sistema de equações escrito com sangue:
A narrativa diz que o livro não deve ser aberto, pois algo terrível acontecerá àquele que o fizer.
Entretanto, poderá haver aquele que decidirá abri-lo e, para tanto, será necessário descobrir o valor de y que é