Sabe-se que os primeiros registros feitos pelos seres humanos eram marcados em paredes, folhas de palmeiras, tijolos de barro, tábuas de madeira. A primeira inovação foi o papiro, que tinha como matéria-prima uma planta. Depois ele foi substituído pelo pergaminho – feito de pele de animais –, que tinha maior durabilidade e que tornava a escrita mais fácil.
No século II, a partir do córtex de plantas, tecidos velhos e fragmentos de rede de pesca, os chineses inventaram o papel.
de de pesca, os chineses inventaram o papel. Em 1448, Johann Fust, juntamente com Gutenberg, fundou a Werk der Buchei (Fábrica de Livros), onde foi publicada a Bíblia de Gutenberg, livro que tinha 42 linhas. O aumento da oferta de papel e o aprimoramento das técnicas de impressão em larga escala ajudaram a consolidar o livro como veículo de informação e entretenimento.
Em 1971, a tecnologia inovou o mundo da leitura com os e-books, livros digitais que podem ser lidos em vários aparelhos eletrônicos.
Disponível em: . Acesso em: 14 fev. 17. (Parcial e adaptado.)
O livro Sociologia da leitura, de Chantal Horellou-Lafarge e Monique Segré (2010), aborda a questão da leitura como uma importante atividade integrada à vida cotidiana, que se tornou tão indispensável nas sociedades contemporâneas a ponto de “parecer” natural e inerente aos seres humanos. A ideia central do livro é analisar a leitura como uma prática sócio-histórica que se configura na tensa relação com as culturas, os hábitos dos diferentes grupos, os meios tecnológicos, as instituições, as políticas públicas e a lógica do mercado.
Disponível em: . Acesso em: 5 mar. 17. (Parcial e adaptado.)
Em relação às temáticas envoltas no texto acima, assinale a alternativa correta.