São estrofes de distintos poemas do livro Claro enigma, de Carlos Drummond de Andrade:
“Escurece, e não me seduz
tatear sequer uma lâmpada.
Pois que aprouve ao dia findar,
aceito a noite.”
“À beira do negro poço
debruço-me, nada alcanço.
Decerto perdi os olhos
que tinha quando criança.”
Em ambas as estrofes há alguma alusão ao enigma do título da obra, representado figuradamente