Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que amanhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
(Fonte: AZEVEDO, Álvares de. Se eu morresse amanhã. In: AZEVEDO, Álvares de. Poesias completas. Rio de Janeiro, Edições de Ouro, 1965).
A partir do excerto do poema "Se eu morresse amanhã", é correto afirmar que: