Se minha mãe tivesse me falado que meu pai, quando eu nasci, foi olhos de alegria imensa, com certeza eu lembraria. E, se lembrasse, seria certeza do ocorrido ou apenas história minha inventada por mim no desejo que já nascia de verter-me em palavras?
RITER, Caio. Eu e o silêncio do meu pai. São Paulo: Biruta, 2011, p. 33.
Lido no contexto da narrativa, o fragmento evidencia a