Se os dados demonstram a grande importância que o açúcar possuía para a economia e a sociedade coloniais, isso não significa dizer que tal sociedade se resumia a açúcar e escravos.
Mais do que gerar uma demanda por uma série de produtos, o setor açucareiro pressupunha uma economia interna pujante, capaz de atender às suas necessidades básicas e, com isso, permitir-lhe a especialização.
(Antônio Carlos Jucá de Sampaio. “Fluxos e refluxos mercantis: centros, periferias e diversidade regional”. In: João Luis Ribeiro Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (orgs). O Brasil Colonial, 2014. Adaptado.)
Essa “economia interna pujante” foi marcada, entre outras atividades, pela produção de