Segundo Caio Prado Jr, no livro História Econômica do Brasil, “a devastação da mata em larga escala ia semeando desertos estéreis atrás do colonizador, sempre em busca de solos frescos que não exigissem maior esforço da sua parte”. De acordo com este autor, é possível afirmar que as práticas agrícolas implantadas pela colonização, como a queimada e a monocultura, levaram a um progressivo empobrecimento dos solos da América Portuguesa.
Essa atitude do colonizador português em relação ao meio ambiente pode ser compreendida historicamente como