Sempre que desenvolvemos um raciocínio, demonstrando nosso ponto de vista ou argumentamos em favor de uma causa, estamos usando a lógica. Usamos a lógica o tempo todo, mesmo sem perceber. Onde usamos nossa capacidade de pensar, usamos a lógica.
(DIMENSTEIN, Gilberto. Dez lições de filosofia para um Brasil cidadão, São Paulo, 2008, p. 36.)
Sobre esse assunto, analise os itens a seguir:
I. O raciocínio hipotético enuncia uma relação de implicação entre duas proposições. Ou seja, entre um antecedente e um consequente, por exemplo: Se é primavera, então há flores.
II. Um raciocínio causal tem a categoria singular de exprimir a causa do acontecimento, como: “Visto que está chovendo, portanto, é chuva”.
III. O raciocínio por analogia é aquele que conclui em virtude de uma semelhança entre os objetos sobre os quais se raciocina, por exemplo: “A estrela é um astro como o sol. O sol é luminoso. Logo, a estrela é também luminosa.
IV. O paradoxo é um tipo de raciocínio que não contém uma contradição.
V. A falácia é um argumento verdadeiro, com aparência de falsidade. Consiste em concluir do universal o particular.
Estão CORRETOS