Ser cristão passava a ter uma conotação de pertença ao mundo civilizado. Por isso, as lideranças bárbaras procuravam associar-se ao Cristianismo que, em princípio, aproximá-los-ia dos grupos aristocráticos e políticos do mundo imperial romano.
(FRIGUETTO, Renan. A Antiguidade Tardia – Roma e as monarquias romano-bárbaras. Curitiba: Juruá, 2012. p.32.)
No contexto de fragmentação do Império Romano e sua progressiva substituição por reinos bárbaros, o Cristianismo desempenhou o papel de: