Por meio de seu discurso ordenado e lógico, o narrador procura resolver sua angústia existencial. Depois de persuadir a si, quer persuadir os outros de sua verdade, incorrendo entretanto em duas falácias: do ponto de vista jurídico, peca por basear a persuasão no verossímil; do ponto de vista moral, por sustentar suas justificativas pelo provável.